MS JOURNAL

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MS Journal #32

Abril. 2026

O objeto que te lembra de quem você quer ser

O objeto que te lembra de quem você quer ser

Tem alguma coisa que você carrega junto ao corpo, e que, quando você olha pra ela, te devolve a si mesma? Quando eu morava em Nova York, eu era a louca do lucky penny. Aquelas moedas de um centavo que você acha no chão — na plataforma do metrô, na calçada, em qualquer lugar. Todo mundo passa por cima. Eu parava, abaixava e pegava. Sempre. Meu marido enlouquecia. Eu não sei bem explicar o porquê. Acho que é isso: eu não sei se acredito, mas sei que não consigo não acreditar.




Tem alguma coisa que você carrega junto ao corpo, e que, quando você olha pra ela, te devolve a si mesma? Quando eu morava em Nova York, eu era a louca do lucky penny. Aquelas moedas de um centavo que você acha no chão — na plataforma do metrô, na calçada, em qualquer lugar. Todo mundo passa por cima. Eu parava, abaixava e pegava. Sempre. Meu marido enlouquecia. Eu não sei bem explicar o porquê. Acho que é isso: eu não sei se acredito, mas sei que não consigo não acreditar.

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MS Journal #31

Março. 2026

Uma ode ao analógico


Uma ode ao analógico

Em um cotidiano cada vez mais absorvido por telas, notificações e feeds intermináveis, cresce o desejo por experiências mais físicas e pessoais. Houve um tempo em que a tecnologia prometia libertar o tempo. Automatizar tarefas. Acelerar processos. Eliminar fricções. E, por um tempo, parecia funcionar. Hoje, porém, o mundo digital alcançou um ponto curioso: ele se tornou tão presente, tão constante, que o gesto mais desejável começa a ser justamente o oposto: desligar.




Em um cotidiano cada vez mais absorvido por telas, notificações e feeds intermináveis, cresce o desejo por experiências mais físicas e pessoais. Houve um tempo em que a tecnologia prometia libertar o tempo. Automatizar tarefas. Acelerar processos. Eliminar fricções. E, por um tempo, parecia funcionar. Hoje, porém, o mundo digital alcançou um ponto curioso: ele se tornou tão presente, tão constante, que o gesto mais desejável começa a ser justamente o oposto: desligar.


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MS Radio

Março. 2026

Outono 26 by MS Radio


O luxo como manifestação do invisível

O início da estação em que o mundo desacelera e o olhar amadurece. Nesta edição do MS Radio, acompanhamos a chegada do outono, essa estação marcada por transições sutis, em que a luz muda de tom, o tempo desacelera e a paisagem convida a um olhar mais contemplativo. Nossa playlist percorre faixas de jazz, blues e indie que traduzem esse momento de passagem. Músicas pensadas para acompanhar o recolhimento natural da estação.




O início da estação em que o mundo desacelera e o olhar amadurece. Nesta edição do MS Radio, acompanhamos a chegada do outono, essa estação marcada por transições sutis, em que a luz muda de tom, o tempo desacelera e a paisagem convida a um olhar mais contemplativo. Nossa playlist percorre faixas de jazz, blues e indie que traduzem esse momento de passagem. Músicas pensadas para acompanhar o recolhimento natural da estação.

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