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MS Journal #29

Fevereiro. 2026

O luxo como manifestação do invisível


O luxo como manifestação do invisível

Nesta edição, abrimos o bloco de notas de reflexões da nossa diretora criativa Marina Schaffa. Luxo não grita. Nunca gritou. Se grita, talvez seja outra coisa. O luxo verdadeiro é silencioso porque ele não precisa convencer ninguém. Ele acontece na intimidade, entre você e aquilo que você reconhece como parte da sua essência. Não é vitrine. É espelho. Não está no preço, está na forma como você sente. É quando um objeto ou serviço desperta algo que já existia dentro de você, uma vontade que ainda não tinha encontrado forma.





Nesta edição, abrimos o bloco de notas de reflexões da nossa diretora criativa Marina Schaffa. Luxo não grita. Nunca gritou. Se grita, talvez seja outra coisa. O luxo verdadeiro é silencioso porque ele não precisa convencer ninguém. Ele acontece na intimidade, entre você e aquilo que você reconhece como parte da sua essência. Não é vitrine. É espelho. Não está no preço, está na forma como você sente. É quando um objeto ou serviço desperta algo que já existia dentro de você, uma vontade que ainda não tinha encontrado forma.

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MS Journal #28

Fevereiro. 2026

Normalizar o "não sei"


Normalizar o "não sei"

Outro dia, vimos um cartaz colado num poste que dizia: “Normalize not having an opinion on things you don’t understand.” Desde então, essa frase não nos sai da cabeça. Talvez porque ela toque num cansaço silencioso do nosso tempo. Vivemos num mundo em que não ter opinião virou quase um defeito moral. Silêncio parece omissão; dúvida parece fraqueza; aprender parece lento demais. Existe uma pressão constante para reagir, comentar, se posicionar — rápido, de preferência, mas tenho saudade de um outro ritmo, de quando mais pessoas ouviam, de quando a curiosidade vinha antes da conclusão, de quando nem todo assunto exigia uma resposta imediata. 

Outro dia, vimos um cartaz colado num poste que dizia: “Normalize not having an opinion on things you don’t understand.” Desde então, essa frase não nos sai da cabeça. Talvez porque ela toque num cansaço silencioso do nosso tempo. Vivemos num mundo em que não ter opinião virou quase um defeito moral. Silêncio parece omissão; dúvida parece fraqueza; aprender parece lento demais. Existe uma pressão constante para reagir, comentar, se posicionar — rápido, de preferência, mas tenho saudade de um outro ritmo, de quando mais pessoas ouviam, de quando a curiosidade vinha antes da conclusão, de quando nem todo assunto exigia uma resposta imediata. 

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MS Journal #27

Janeiro. 2026

O que vale acompanhar no mundo da arte agora

O que vale acompanhar no mundo da arte agora

Este MS Journal reúne uma curadoria do que faz sentido acompanhar — não como tendência, mas como repertório, contexto e continuidade. Neste ciclo, o interesse não está apenas nas grandes feiras ou nos nomes consagrados, mas em artistas e exposições que ajudam a entender temas como identidade, tecnologia, memória, corpo, território e excesso de informação. A arte operando com menos na urgência e mais na consistência. Menos lançamento, mais processo.






Este MS Journal reúne uma curadoria do que faz sentido acompanhar — não como tendência, mas como repertório, contexto e continuidade. Neste ciclo, o interesse não está apenas nas grandes feiras ou nos nomes consagrados, mas em artistas e exposições que ajudam a entender temas como identidade, tecnologia, memória, corpo, território e excesso de informação. A arte operando com menos na urgência e mais na consistência. Menos lançamento, mais processo.

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