MS JOURNAL
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MS Journal #27
Janeiro. 2026
O que vale acompanhar no mundo da arte agora
O mundo está escolhendo cores como quem escolhe estados de espírito
Este MS Journal reúne uma curadoria do que faz sentido acompanhar — não como tendência, mas como repertório, contexto e continuidade. Neste ciclo, o interesse não está apenas nas grandes feiras ou nos nomes consagrados, mas em artistas e exposições que ajudam a entender temas como identidade, tecnologia, memória, corpo, território e excesso de informação. A arte operando com menos na urgência e mais na consistência. Menos lançamento, mais processo.
Desde 1999, a Pantone escolhe uma “cor do ano”. Oficialmente, é sobre design. Na prática, é sobre outra coisa: o que estamos tentando sentir coletivamente. Em dezembro de 2025, a autoridade global de cores, anunciou a Cor do Ano 2026: Cloud Dancer, um tom suave de branco etéreo. Mas, como toda boa linguagem visual, essa escolha fez mais do que aparecer em paletas, despertou diálogo, debate e reflexão cultural.
MS Journal #26
Janeiro. 2026
O mundo está escolhendo cores como quem escolhe estados de espírito
O mundo está escolhendo cores como quem escolhe estados de espírito
Desde 1999, a Pantone escolhe uma “cor do ano”. Oficialmente, é sobre design. Na prática, é sobre outra coisa: o que estamos tentando sentir coletivamente. Em dezembro de 2025, a autoridade global de cores, anunciou a Cor do Ano 2026: Cloud Dancer, um tom suave de branco etéreo. Mas, como toda boa linguagem visual, essa escolha fez mais do que aparecer em paletas, despertou diálogo, debate e reflexão cultural.
Desde 1999, a Pantone escolhe uma “cor do ano”. Oficialmente, é sobre design. Na prática, é sobre outra coisa: o que estamos tentando sentir coletivamente. Em dezembro de 2025, a autoridade global de cores, anunciou a Cor do Ano 2026: Cloud Dancer, um tom suave de branco etéreo. Mas, como toda boa linguagem visual, essa escolha fez mais do que aparecer em paletas, despertou diálogo, debate e reflexão cultural.
MS Journal #25
Janeiro. 2026
Exclusivo: MS na revista do iLove.e + Eat Your Nuts
Funcionalidade: a joia, aqui, sempre nasce a partir dessa demanda. Foi em Nova York — depois de deixar a carreira de advogada — que Marina Schaffa, nome por trás da marca homônima, percebeu o valor de peças que acompanham a rotina com personalidade. “Eu queria falar com a mulher prática, que sabe o que quer e precisa de soluções”, diz. Ouro 18k, acabamento pensado para uso contínuo, proporções que não pesam. As combinações ampliam o repertório sem confundir: cada peça soma, nenhuma disputa.
Funcionalidade: a joia, aqui, sempre nasce a partir dessa demanda. Foi em Nova York — depois de deixar a carreira de advogada — que Marina Schaffa, nome por trás da marca homônima, percebeu o valor de peças que acompanham a rotina com personalidade. “Eu queria falar com a mulher prática, que sabe o que quer e precisa de soluções”, diz. Ouro 18k, acabamento pensado para uso contínuo, proporções que não pesam. As combinações ampliam o repertório sem confundir: cada peça soma, nenhuma disputa.